terça-feira, 1 de março de 2011

Para as Quatro, Três Mosqueteiras

Não é mais, nem menos, minha irmandade é composta por quatro integrantes completamente diferentes e como não seguimos a nossa regra de postar no aniversário, eu resolvi dar a minha trapaceada e colocar algo aqui.

Nós somos completamente diferentes, vivemos em mundos diferentes, mas uma vez que os nossos caminhos convergiram para o mesmo lugar, tudo começou a desabrochar na nossa frente e os elos formados foram muito fortes e já indestrutíveis.
Engraçado que de cara a gente não sabe bem o que esperar das outras pessoas, quando se é tão inocente e nos é ensinado que o mundo é um lugar ruim, enfim, eu sei que no meu quarteto, em tudo aquilo que eu acho infinito, eu vejo que eu já tinha uma irmã e ganhei mais duas, que eu amo e cuido da melhor maneira que eu posso. Não sei, acho que nenhum homem ou menino faz a gente sentir algo tão intenso quanto o que a gente sente pelas nossas irmãs, porque elas estão lá e te amam mesmo se você sofrer por um idiota, dançar exageradamente na pista ou até mesmo na rua, fizer uma coisa bem louca ou ficar meio distante um tempo.
Acho que o que eu quero dizer, na verdade, é que eu me quebrei há muito tempo e eu nunca consegui me colar direitinho, eu não me sinto inteira porque cada uma delas tem um pedaço caído de mim, uma parte de mim e eu não sei mais separá-las de mim, se elas sofrem eu sofro, se elas se alegram eu me alegro.
É como se eu fosse D'Artagnan e elas fossem minhas Três Mosqueteiras: Uma por todas, todas por uma.

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