sexta-feira, 25 de março de 2011

Dear Little Bitches

Vocês vivem conversando umas com as outras, sempre com os mesmo papinhos fúteis, sempre humilhando os outros, se achando melhores, sempre com os amigos gays (nada contra gays, eu os amo, mas andar com gays só pra ser parte da turminha e porque é modinha é o fim da picada), sempre nas festinhas, sempre curtindo seus ícones infanto-juvenis e não vêem a necessidade de crescer. Dos dezoito aos vinte e um o mundo ainda é lindo, queridas, pra pessoas frívolas e desprovidas de amor próprio como vocês.
Falem mal de mim o quanto quiserem, meu ego precisa disso. "Deixe que digam, que pensem, que falem...". Ser tendência é isso. E eu sinto muito se levando a vida medíocre que vocês levam, vocês acham que estão se saindo melhor. Festa não constrói caráter, bebida não constrói caráter, unhas muito menos, falsidade e drogas então...
Quero dizer com isso que se você acha que eu tenho o que mereço, então obrigada. Sou muito feliz com tudo o que me cerca, gracias. Se você acha que se aproximar vai fazer com que eu pense que você é uma boa pessoa, a única a se enganar dessa vez é você. Pedir desculpas não vai adiantar. Vocês evocaram o meu lado desprovido de misericórdia. Mas eu não vou fazer nada, nem mover nenhum dedo, não é necessário.
Eu vou me orgulhar de assistir do meu trono, crescente, sempre crescente, o caos em que vocês mesmas estão se afogando. A queda. A ilusão.
E ainda assim eu as amo, queridas vadias... Porque vocês tornam minha vida um espetáculo interessante de se assistir.
E meu final é feliz e as cortinas se fecharam pra vocês.

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