terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ela e eu

Ela é uma, ela é duas, ela é três.
Me descompassa o coração.
Ora é fruto travoso na boca da gente,
Ora é fogo e arde feito vulcão,
Ora é flor sensível exalando seu cheiro de mulher.
Fazendo planos pra cada nova estação...

[E como chora a minha flor]

[E como adoro consolá-la e beijar sua boca com paixão...]

Ela é uma, ela é duas, ela é três.
Quando prepara meu café
De manhã, delicada.
Ou quando me atira as flores no peito
Porque eu esqueci de chegar na hora marcada...

Ah, essa mulher me mata!
Fica linda até quando fica brava...
E eu adoro quando ela me recebe
De cinta-liga e mais nada.

Deus, que bom que bom que és.
Fez dessa louca, minha amada.
E eu o bobo apaixonado aos seus pés.

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