sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Setembro chove

É assim todo ano, ou pelo menos costumava ser. A impressão que tínhamos era que aquele era nosso mês, por causa das chuvas, dos passeios de carruagem, da primavera e todas a felicidade que emanava da gente. Sei que o ser humano é sinônimo de frustrações, de decepções consigo mesmo e com os outros, e é triste perceber que nossa carruagem está com as rodas soltas e algo não está normal.
Eu sei que você me ama porque dá pra ler nos seus olhos mesmo que eles sejam inconstantes que nem você. E você sabe que eu te amo porque eu te digo isso de maneira constante, assim como eu. É só esse o problema, é só essa diferença.Vai ver que o peso que a gente dá pra isso é o que está fazendo a carruagem bambear.
O engraçado é que ano passado as árvores estavam iguais as desse ano, eu tô olhando daqui da janela... Parece que elas nem se incomodaram com a falta de chuva ou, vai ver, o problema é comigo e tem muita coisa me incomodando.
Mas é esse calor, é, eu não nos culparia por tolas rusgas quando existe amor suficiente pra superá-las.
Eu culpo o calor porque em setembro chove e não choveu. E eu estou derretendo nesse vestido de madame...
Você, como homem, precisa consertar a carruagem.
Por que quando você não o foi, bem...
Foi quando ela começou a dar problemas.

Um comentário:

  1. NOSSA, NOSSA, NOSSSA.
    setembruschov? q
    amei amei amei amei amei, só porque eu odeio esses ladies boys do mundo, manda ele tomar na cara mesmo, piranho.
    amei, sério.

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