segunda-feira, 12 de julho de 2010

Só Resta Sorrir

    Às vezes eu olho pra você e eu me vejo completamente exposta. Minhas idéias, aflições, amores, desamores e tudo que se passa dentro de mim. Eu fico te olhando com esperança de sentir algum dia o que eu senti antes por você, todo aquele amor que transbordava de mim como um pequeno copo d'água num tsunami, aquela coisa que te agarra e não larga mais.
    É como se estívessemos completamente nus e nada acontecesse, nossa alma está crua, primitiva, instintiva, mas nada acontece. E talvez isso seja uma coisa boa. Porque eu olho pra trás e vejo o quanto a gente se magoou naquele vai-e-vem louco de amor, lúxuria e conflitos, eu olho pra trás e olho pra hoje pensando que somos almas gêmeas (nunca duvidei disso), mas talvez nosso amor seja aquele tipo de tragédia Shakespeariana que é melhor terminar sem o casal junto, se não eles não saberiam o que fazer com toda aquela felicidade.
    Relembrando, eu olho pra hoje e me pego pensando: não acredito que eu já gostei de você, amor.
    O que fazer se meu amor se desgastou no seu?
    Só resta sorrir e seguir em frente.

2 comentários:

  1. "talvez nosso amor seja aquele tipo de tragédia Shakespeariana que é melhor terminar sem o casal junto, se não eles não saberiam o que fazer com toda aquela felicidade."


    cê sabe que eu faço de tudo pra recuperar a esperança do amor, né?
    #internas

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  2. "não acredito que eu já gostei de você, amor.
    O que fazer se meu amor se desgastou no seu?"


    Gostei muito desse texto.

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