sexta-feira, 22 de julho de 2011

The soft one.

O vento soprando em seus cabelos e ela cantava com seu vestido balançando ao vento. Era doce e encantadora, ninguém poderia resistir, eu creio. Era como se ela fosse fruto do melhor da minha imaginação. Tanta pureza no coração e tanta esperança unidas a uma voz tão bela que o olho marejava um pouco. Não sei de onde ela surgiu, mas me apareceu assim como num sonho, sorrindo deitada na grama, com aquela cara de anjo e os cabelos mais lindos que eu já vi. E ria de mim e segurava minha mão e me fazia não ter medo de nada... Se dava bem com os bichos, com as pessoas, ela iluminava tudo. Não conheci ninguém que tinha algum comentário ruim sobre ela. Eu escolhi aquela moça para ser a mãe dos meus filhos. Enquanto ela dormia eu tinha certeza de que ela era a mais nobre e delicada alma a repousar na Terra.
Infelizmente a vida é amarga e não podendo mais ficar, parti. Os meses ou anos, nem sei ao certo, que passaram no meu coração foram só devaneios. Foram só devaneios porque nada de real pode soar tão perfeito como ela.

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