sábado, 4 de outubro de 2008

Cigarettes, smoke and a letter

Aqui está uma carta que estou escrevendo pra você de todas as coisas que eu nunca pude dizer (e é a verdade) é a carta que você está queimando de mim de todas as coisas que você nunca quis escutar eu não sei o que estou tentando dizer, estêncil no seu coração para outras mãos e você diz isso melhor... meu coração, suas mãos.
Feche seus olhos e pense em mim. Eu estou pegando tudo de volta, eu não consigo esquecer seu rosto, eu não consigo esquecer o que você disse, eu não consigo apagar as memórias, é como correr de um fantasma.

Eu estou matando a única pessoa que eu pensei que conheci na vida.
A única pessoa culpada por isso é você.
Eu tenho coisas a dizer que eu sei que você quer ouvir.
Eu consigo ver seus pensamentos completamente claros.
Eu não irei tão longe, escolhi ficar aqui. Lembrar de onde estamos.
Eu pensei que havia visto seus olhos, dentre fumaça e cigarro
mas eu estou vendo fantasmas esta noite
Ele me persegue. Até o meu amargo fim.
Eu juro que ouvi sua voz, estupefata por conversação mas eu só estou ouvindo fantasmas
Hoje a noite, os bares se fecham às claras
e eu bebo o dia inteiro como se isso estivesse em decadência

Demais para viver pra sempre, demais para a morte nos separar.

3 comentários:

  1. Faço de suas palavras as minhas, Tam.

    "sabe, pq essa maneira patética de amar é tão comum, assim, entre a gente?"

    xP

    We are all fools in love.

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  2. Meu Deus. *-*
    Fantasmas. Passado...
    eles sempre dão um jeito de derrubar a gente, de tirar a gente da estabilidade que a gente pensa que tem...

    Mas a última frase: ~~

    Lindo, né, Tam?
    Ameei horrores. =D

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  3. Nooossa, que boniito, Tam!! *-*
    Gostei bastante :]

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