domingo, 14 de setembro de 2008

Nenhum.

Normalmente eu sou aquela cheia de esperanças.
Aquela que chora em casamentos, que filosofa sobre o amor.
Só que o mundo dá voltas.
O mundo dá voltas.
Então depois dos beijos loucos que nós demos naquela sexta feira no carro, da forma como eu permiti me envolver com você, não seria típico se terminasse assim?
Uma noite só. Uma noite só.
Que representou a quebra com tudo o que eu havia dito até aqui.
Você me fez alguém estúpida. Alguém que mesmo depois de todos os sorrisos, todos os toques que nos fizeram escalar paredes, é vil a ponto de contradizer sua própria moral.
Então aqui vem aquilo que eu realmente queria dizer.
O amor não enfraquece as pessoas.
O amor não existe.
É só uma ilusão que nós criamos pra justificar a necessidade de não vivermos sozinhos nesse mundo rude, insensível e cada dia mais doloroso.
Ou talvez ele exista.
Só não pra mim.

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